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ASSEMBLEIA DE JANEIRO DE 2008 - O NOSSO SITE

Valeu a pena participar e viver nesta assembleia. Dado início ao Momento de Companheirismo, o CL Presidente mostrou à assembleia o site do Clube, mediante projecção por computador e projector. Foi um reviver de momentos inesquecíveis, patenteados pelas fotografias do menu Galeria, foi o reviver o momento da criação do site pela mão do CL António Afonso.


Assembleia de 18 de Janeiro de 2008.

Valeu a pena participar e viver nesta assembleia. Dado início ao Momento de Companheirismo, o CL Presidente mostrou à assembleia o site do Clube, mediante projecção por computador e projector. Foi um reviver de momentos inesquecíveis, patenteados pelas fotografias do menu Galeria, foi o reviver o momento da criação do site pela mão do CL António Afonso. A assembleia viu como era acessível encontrar no site aquilo que pode interessar-nos. Dentro de dias, disse o CL Presidente, teremos inserido os Estatutos e Regulamentos do nosso Clube. E iremos a outros Estatutos quando o tempo no-lo permitir. Valeu a pena escutar e viver a parte inicial do Momento de Lionismo, quando o CL Alves Pacheco, citando o artº 10º do Regulamento das Convenções do Distrito 115 CS, em que se determina que os oradores têm o direito de ser escutados em silencio absoluto, disse que esta norma sempre lhe pareceu deslocada num Regulamento das Assembleias dos Lions. Ela é própria, disse, de um Manuel de Boa Educação ou de um Manual de Etiqueta, mas não de um Regulamento de Assembleia de Lions. Mal vai o nosso Lionismo, terminou dizendo, quando uma norma de boa educação tem de ser inserida num Regulamento das Convenções.
Eram 21 horas quando o CL Presidente António Trigueiros declarou aberta a sessão, segundo a fórmula protocolar – “Em nome de Deus e pela grandeza da Pátria declaro aberta a sessão”. Convidou o CL Presidente a CL Maria José Bizarro para saudar a Bandeira do Clube, O CL Álvaro Baptista para saudar a Bandeira do Município e a Companheira Nília para saudar a Bandeira Nacional. Leu a Invocação a CL Isabel Jorge:


INVOCAÇÃO
“Recomeça”, de Miguel Torga…

Recomeça….
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças…

Miguel Torga

Leu depois o Código de Ética a Cª Maria de Lurdes Lourenço.

Em breves palavras o CL Presidente saudou a assembleia e entregou a direcção da sessão ao CL Alves Pacheco, Director Social.

No Momento de Trabalho a Secretária CL Margarida Conceição leu as Actas das Assembleias de 21 de Dezembro de 2007 e 4 de Janeiro de 2008, que postas à discussão e votação foram aprovadas por unanimidade.

O CL Tesoureiro deu conta do estado da Tesouraria e ainda das diligências feitas para aquisição de duas fracções autónomas de um prédio urbano na Quinta Pires Marques, uma com 130 m2 e outra com 100 m2, das dificuldades surgidas com o pagamento do IMT, dificuldades que obrigaram a suspender a outorga da escritura, a fim de diligenciar obter a isenção de pagamento do imposto, diligência devida a intervenção do nosso CL Manuel Candeias da Costa.

No momento das Comissões, o CL Alves Pacheco explicou as razões que estavam a suscitar o atraso da publicação do próximo Boletim.
Seguiu-se o Momento de Lionismo, de cuja introdução já se deu conta, e tratou depois o tema “A mudança e as nossas Revistas e Boletins”.
Disse:

Quando me iniciaram nas lides lionísticas, vão decorridos mais de 27 anos, ensinaram-me que a célula fundamental do Movimento Lionístico era o Clube. Sócios da Associação Internacional  são os Clubes. Sócios dos Distritos Lionísticos  são os Clubes;
Nos Clubes, a autoridade máxima é o seu Presidente. Os Presidentes e Directores Internacionais, os Governadores, os Presidentes de Região e de Divisão, quando visitam um Clube, não presidem à assembleia e as suas intervenções dependem do programa traçado pelo Clube.
As Convenções – Distritais, Nacionais e Internacional - são as Assembleias Magnas dos Clubes.
Para essas Assembleias elegem os Clubes os seus Delegados, com poderes para deliberar sobre quantos documentos sejam apresentados.
Recordo que, equiparados a Delegados,  tinham o direito de votos nas nossas Convenções os Presidentes e Past Presidentes Internacionais, os Directores e Past Directores Internacionais, os Presidentes e Past Presidentes do CNG e os Governadores e Past Governadores dos Distritos, com a fundamento de que eram Lions experientes e sabedores. Fui dos que alinharam neste entendimento, que hoje tenho por erróneo e pernicioso. Em certas Assembleias os votos destes ex-Dirigentes poderiam ser mais que os votos dos Delegados dos Clubes e, por essa razão, decidiam o sentido das deliberações, que podia não ser o sentido de voto que os Clubes haviam recomendado aos seus delegados, mesmo o sentido de voto do Clube a que esses Dirigentes pertenciam. Decorria daqui que os Clubes tinham então adquirido o estatuto de “menoridade”, sendo essencial, naquele entendimento, que tivessem “tutores” que os conduzissem pelos caminhos do Lionismo, o lionismo dos seus tutores, tido como o único genuíno.
Uma coisa me surpreendia: as hierarquias, em exercício ou passadas, apareciam sempre acima dos Delegados dos Clubes. E confesso que também aqui a prática tinha a minha concordância.
Vim, todavia, a reconhecer que as consequências daqui decorrentes dominavam e dominam de forma assaz invisível as estruturas do Movimento.
Veja-se, por exemplo, que a Revista do nosso Distrito sempre privilegiou os Programas do Presidente Internacional e as notícias dos Gabinetes, dos Conselhos Regionais e dos Conselhos Divisionais e as Intervenções dos Governadores e Presidentes do CNG.
Já não sei desde quando se arrasta este “editorial”.
A verdade é que, Revista após Revista, Boletim após Boletim, pouco ou nada se cura de reflectir sobre a filosofia do Lionismo, pouco ou nada se escreve de instrução lionística, de tal modo que há Lions que nada sabem da “coisa lionística”, limitando-se alguns, quando têm de o fazer, a repetir o que vem sendo repetido há mais de cinquenta anos, sem preocupação da verdade e do real significado do que se diz. E dos Clubes pouco se noticia e o que se noticia não dá deles a imagem que têm nas suas comunidades. E de alguns nada se diz, apesar de ser público e notório que são Clubes tidos como de primeira grandeza no firmamento Distrital. Mal iria o Distrito se os Clubes valessem pelo que deles se publica, nas Revistas e Boletins. Melhor seria fechar a porta.
Fala-se muito em mudança, no espírito de mudança. E o Presidente Internacional pede-nos que assumamos o “desafio da mudança”, que cuidemos de “renovar a imagem do Lionismo para que se torne mais relevante no século XXI”.
Renovar a imagem do Lionismo significa tornar nova a imagem passada e a actual, cansadas e deturpadas, e redescobrir nos velhos e esquecidos Objectivos e Código de Ética as verdades e valores do autêntico Lionismo, repor a imagem desse Lionismo autêntico, e levá-la a todos os povos, para que seja o fermento do século em devir.
As Revistas Lionísticas – leio em “Dados Essenciais”, folheto da Associação Internacional – “têm quatro funções principais: 1) publicar notícias oficiais e manter os sócios informados; 2) servir como propagador de ideias e métodos adoptados em projectos bem sucedidos; 3) fornecer informações  sobre todos os países e áreas lionísticas, para que todos os Lions, com um conhecimento mais profundo do Lionismo, possam executar o programa da Associação que visa à compreensão, fraternidade e paz no mundo; 4) apresentar a história de Lions Clubes Internacional da melhor maneira possível, para que não somente os Lions, mas todos os outros leitores tenham uma impressão favorável, mas correcta, da nossa Associação”.
Tanto quanto me é dado saber, as Revistas Lionísticas ficam-se basicamente pela primeira das funções, com o senão de omitir a essência do que se noticia. Dizer-se, por exemplo, que no Fórum X falou o orador Y e que a sua oração foi calorosamente aplaudida não tem interesse algum. Interessava, sim, que essa oração fosse publicada para que todos, mesmos os que não participaram, pudessem usufruir da substância da notícia e da oração. Se assim não for, as notícias, com fotos e legendas alusivas aos participantes, não passam de uma feira de futilidades, sem proveito algum para o Lionismo.
É, pois, tempo de mudança também para as nossas Revistas, a oficial e as dos Clubes, se queremos que sejam lidas, e deste modo alcancem as metas que o estatuto editorial lhes impõe.
E não esqueçamos que as células essenciais são os Clube e destes é que as revistas hão-de dar notícia de quanto fazem em prol das suas comunidades de influência, assim transmitindo com verdade a quantos as leiam a imagem efectiva da nossa solidariedade com os carentes, da nossa criatividade e pujança. E, em nosso parecer, será função do corpo redactorial procurar e tratar as notícias. Sem corpo de redacção e colaboradores oficiais não pode haver uma revista com nível. O editor é o coordenador da publicação, responde pelo seu conteúdo, mas não é ele quem redige os textos e obtém as fotografias.
Sobre as três restantes funções, apontadas no folheto dos “Dados Essenciais”, não me pronuncio, tão evidente é o acerto de cada uma das proposições. Se se lhe der cumprimento, poderemos dizer que às revistas chegou o tempo de mudança. E os resultados, a bem do Lionísmo, hão-de aparecer mesmo a curto prazo. Os Clubes terão sócios informados, formados, motivados, empreendedores e empenhados em que a nossa Fundação Internacional de Lions Clubes continue sendo a melhor ONG do Mundo. Talvez isto ajude a que os sócios não desertem.

CL Alves Pacheco.

Findo este momento, o Director da sessão declarou aberto o Momento de Companheirismo e deu a palavra ao CL Presidente para fazer a apresentação do site, como acima se relatou. No final desta apresentação, a assembleia tributou-lhe bem como ao CL António Afonso, um longo aplauso.
Ainda no Momento de Companheirismo, o CL Alves Pacheco informou a assembleia de que participara com a mulher e o CL Carlos Venâncio de Sousa e mulher no 9º Encontro dos Companheiros de Melvin Jones, em Vila de Rei, no dia 12 de Janeiro. O Encontro correu bem, disse, com elevação e dignidade, tendo sido orador da sessão o Dr. Eduardo Catroga. A terminar a sua intervenção deu conhecimento da troca de esclarecimentos que tivera com o Editor da nossa Revista The Lion em Português, o PCC José Ribeiro Cardoso, tendo em conta que nada tem sido publicado na Revista do nosso Clube, não obstante terem sido enviados textos e fotografias das actividades, quer do Clube quer do Leo Clube, realizadas neste ano lionístico.
Usou ainda da palavra o CL Álvaro Baptista que deu conta da sua indignação por ter sido esquecida durante cerca de um ano e meio uma proposta de admissão de sócio que apresentara no termo do seu mandato como Presidente. O CL Alves Pacheco esclareceu a assembleia de que o assunto fora tratado em reunião da Direcção e que a não admissão do candidato decorrera, não de regras processuais ou de procedimento, mas de regra própria do Clube e que tem a ver com a incompatibilidade pessoal de sócio ou sócios activos do Clube com o candidato.

Recebida a direcção da sessão, o CL Presidente recordou a nossa vista ao CIJE, o rastreio de despiste da diabetes e tensão arterial em Alcains, o nosso convívio de angariação de fundos em Alcains, em casa do CL Alírio Beirão Lopes Serrasqueiro e mulher Cª Teresa, convívio que substitui a assembleia de Fevereiro, o Concerto da Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) para angariação de fundos para a Sigth First, o Aniversário do Clube, em 29 de Março, o Cruzeiro, o Jantar Dançante no mês das Companheiras, iniciativa do nosso Leo Clube, a Sardinhada pelos Santos Populares.

Deu depois a palavra ao Director Crítico, o CL Manuel Candeias, que teve palavras duras contra a falta de pontualidade dos Companheiros, que motiva o início das assembleias muito depois da hora prevista e com os que se esquecem, do emblema, tendo feito aplicação de multa. Que nunca as mãos lhe doam, CL Director Crítico.
O CL Presidente encerrou a sessão, deixando aos Companheiros o pensamento:
Tudo o que somos é o resultado dos nossos pensamentos. --Budha --


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