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A FESTA DE HOMENAGEM ÀS COMPANHEIRAS - MAIO 2010

No dia 21 de Maio de 2010, o Lions Clube de Castelo Branco (Centro) prestou homenagem às Companheiras. Faz parte da tradição do Clube, quase desde a fundação, esta festa em que os Companheiros reconhecem o alto serviço que as Companheiras, especialmente as não Lions, prestam ao Clube

No dia 21 de Maio de 2010, o Lions Clube de Castelo Branco (Centro) prestou homenagem às Companheiras. Faz parte da tradição do Clube, quase desde a fundação, esta festa em que os Companheiros reconhecem o alto serviço que as Companheiras, especialmente as não Lions, prestam ao Clube, tomando parte activa em todas as actividades e dando vida e continuidade a uma actividade só delas, a das Actividades Femininas, cujo objecto é a da entrega de enxovais de bebé a mães solteiras. Faz ainda parte da tradição que sejam as Companheiras a presidir à Assembleia festiva, sendo os maridos substituídos por elas no desempenho dos cargos que ocupam na Direcção.
Presidiu a CL Isabel Jorge, substituindo o CL Presidente PCC Fernando Jorge. Dirigiu a sessão a Cª Maria José Felino, substituindo o Director Social, CL António Felino. Leu a acta da última assembleia e expediente a Cª Maria Guilhermina, substituindo o Secretário, CL José Maria Gouveia Ferreira.
A CL Presidente declarou aberta a sessão, segundo a fórmula do protocolo, “em nome de Deus e pela Grandeza da Pátria. Convidou para saudar a Bandeira Nacional o CL Gouveia Ferreira, a Bandeira do Município o CL João Carlos Tonilhas e a Bandeira do Clube o CL João Marques Pedro. Leu a Invocação a Cª Maria do Rosário e o Código de Ética o CL Álvaro Baptista.
Servida a refeição e feita a apresentação lionística, a Cª Maria José Felino anunciou o momento alto da sessão, com o elogio das Companheiras pelo CL António Felino e a palestra de homenagem às Companheiras pela Doutora Maria de Lurdes Gouveia da Costa Barata,.
Do elogio das Companheiras proferido pelo CL António Maria Felino aqui fica o resumo:
“Coube-me a mim, facto que muito me honra, neste dia festivo, fazer o elogio das Companheiras, já que a noite de hoje em particular a elas é dedicada.
“Como sabem os que me conhecem, não sou muito expansivo, por isso, desde já, peço que as Companheiras me perdoem, se for demasiado sucinto.  
Hoje temos no nosso Clube Companheiras Lions, as quais têm desempenhado cargos e tarefas, com grande empenho e dedicação.
Porém, não é tanto para estas Companheiras que o meu elogio se refere, pois ao ingressarem no Clube como sócias Lions, fizeram-no assumindo o compromisso de honra como qualquer outro sócio, e como tal têm o dever do seu cumprimento.
Mas para estas Companheiras também o meu muito apreço.
 Dia das Companheiras, Companheiras dedicadas, que nos acompanham em todas as actividades do Clube.
São elas que dão colorido e alegria às nossas Assembleias.
Seriam umas Assembleias muito cinzentas, se elas não estivessem presentes, e como é bom ter Companheiras mais esfusiantes, que por isso nos tiram de una certa monotonia, com umas alegres gargalhadas, fruto de alguma história ou assunto apenas partilhados na mesa onde essas Companheiras se encontram.
São também elas, Companheiras de jornada em visita a outros Clubes, sempre com espírito de são convívio e boa disposição.
Sãs as nossas Mulheres que nos complementam nas nossas actividades de solidariedade, seja na distribuição de enxovais a mães carenciadas, quer nas visitas à CIJ ou ao Lar de Idosos, levando o seu carinho e ternura a estes seres tão carenciados de afecto.
Pelo que disse, e por tudo o que de bom ficou por dizer das Companheiras, elas são hoje as homenageadas e para elas desejamos longa vida, cheia de alegria e esperança junto de nós”
 
A Cª Mara José Felino fez a apresentação da palestrante, lendo o seu extenso e rico curriculum de Licenciada em Filologia Românica, Mestre de Literatura Portuguesa e Doutor de Literatura Portuguesa, docente da Escola Superior de Educação de Castelo Branco. 
Foi um momento inesquecível o da intervenção da Doutora Maria de Lurdes Gouveia. Os aplausos já se apagaram há muito mas ainda  oiço, dentro de mim aquele dizer, tão bem dito como nunca antes ouvira e tive a dita de ouvir João Vilaret: “Luísa sobe, /sobe a calçada,/ sobe e não pode/ que vai cansada”.
A Luísa subia e nós subíamos, a Luísa descia e nós com ela descíamos, levados pela voz e gesto que em hipnose nos levantara e nos pusera a subir, sobe que sobe, sobe a calçada, a descer, galga o passeio, desce a calçada, chega à oficina, a sentir o cansaço da rotina, larga que larga, puxa que puxa, da Luísa, perna gorda, bem torneada, anda Luísa, sobe Luísa, sobe a calçada. 
E como foi inebriante ouvir poemas e poemas , uns após outros, a entrar-nos na alma, a vivê-los como se vivêssemos as vidas daqueles a quem o poeta deu vida. Foi Fernando Pessoa, foi Miguel Torga, eu não sei quantos poetas da língua portuguesa, que cantaram mulheres de fogo que transformaram o seu e o nosso Mundo
Foi esta uma festa de sonho! Como temos pena dos que não vieram participar, sobretudo dos que podiam estar presentes e faltaram!
Obrigado Doutora Maria de Lurdes! O site felicita.
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